- Cessão ou locação de veículosR$ 126 mil40,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 51 mil16,5%
- PessoalR$ 44 mil14,0%
- Materiais impressosR$ 38 mil12,3%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 611 lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil16,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Brenno Andrade (Brenno de Sousa Andrade) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado estadual por PI, com 16.955 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PI, declarou R$ 311 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 303 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 311 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 126 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 51 mil) e pessoal (R$ 44 mil).
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Brenno Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Piauí em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 311 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 303 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 311 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 126 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 51 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.