Dunga Júnior

Foto de Carlos Marques Dunga Junior
Dunga Júnior
Carlos Marques Dunga Junior (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PSDB
47 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dunga Júnior (Carlos Marques Castro Júnior) disputou 5 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006; prefeito de Alcantil em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PB: 20.436 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PB, declarou R$ 255 mil em receitas: R$ 137 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas, R$ 30 mil de empresas e R$ 81 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2012 (41% com comícios) e R$ 53 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

14.888 votos em 2014 · 5 eleições

A votação de Carlos Marques Dunga Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 255 mil em receitas · R$ 255 mil em gastos contratados

Dunga Júnior declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006 e 2014, e prefeito em Alcantil (PB) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 255 mil em receitas: R$ 137 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas, R$ 30 mil de empresas e R$ 81 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil). Em 2012, 41% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com comícios; em 2006, R$ 53 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 255 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 255 milcontratados
Gastos em 2012R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 255 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 3% · empresas 12% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 255 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 101 mil39,6%
  • Materiais impressosR$ 72 mil28,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 48 mil18,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil6,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 18 mil7,0%
2012Prefeito, Alcantil (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 30% · empresas 6% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 7 mil40,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil37,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil20,7%
  • Energia elétricaR$ 1160,7%
2006Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 27% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 53 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil24,1%
  • Materiais impressosR$ 12 mil23,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil8,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil5,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 21 mil39,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892