Dr. Djalma

Foto de Djalma Bento Fernandes Junior
Dr. Djalma
Djalma Bento Fernandes Junior (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2018 · último partido AVANTE
54 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Djalma (Djalma Bento Fernandes Júnior) disputou 6 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santa Rita em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PB: 11.808 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PB, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 350 de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2014 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 7 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

11.808 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Djalma Bento Fernandes Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 6 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Dr. Djalma declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Santa Rita (PB) em 2008, deputado estadual por Paraíba em 2014, e deputado federal por Paraíba em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 350 de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2014, 46% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 49% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 39% · partido e outras campanhas 6% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil69,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil28,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 130,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 67 doados a outros candidatos e partidosR$ 671,9%
2014Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 24% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil45,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil20,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil9,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil24,4%
2008Vereador, Santa Rita (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil48,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil23,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 70010,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6238,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 6188,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892