- Materiais impressosR$ 8 mil61,1%
- Locação de imóveisR$ 3 mil19,0%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil10,8%
- Publicidade por carros de somR$ 1 mil7,4%
- Outras 2 categoriasR$ 2401,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Clenildo Costa (Clenildo Jacinto da Costa) disputou 2 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PB, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 496 de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), locação de imóveis (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil).
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Clenildo Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraíba em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 496 de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e locação de imóveis (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.