Cabo Júlio (Júlio César Gomes dos Santos) disputou 8 eleições entre 1998 e 2014, para deputado estadual, vereador, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de Belo Horizonte em 2008; deputado federal em 2002 e 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por MG: 217.088 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por MG, declarou R$ 152 mil em receitas: R$ 70 mil de outras origens, R$ 38 mil do partido e de outras campanhas, R$ 34 mil de recursos próprios e R$ 10 mil de doações privadas (2 doadores). Os gastos contratados somam R$ 152 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 70 mil), correspondências e despesas postais (R$ 38 mil) e pessoal (R$ 27 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Júlio César Gomes dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.