Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Josué Alencar (Josué Christiano Gomes da Silva) disputou 1 eleição, em 2014, para senador por MG, com 3.614.720 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para senador por MG, declarou R$ 7,3 milhões em receitas: R$ 1,1 milhão de outras campanhas, R$ 1,1 milhão de doações privadas (46 doadores) e R$ 5,1 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4,1 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão) e transporte ou deslocamento (R$ 405 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 7,3 milhões em receitas · R$ 7,3 milhões em gastos contratados
Josué Alencar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Minas Gerais em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 7,3 milhões em receitas: R$ 1,1 milhão de outras campanhas, R$ 1,1 milhão de doações privadas (46 doadores) e R$ 5,1 milhões de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4,1 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,3 milhão).
partido e outras campanhas 15% · pessoas 15% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 7,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4,1 milhões55,9%
Materiais impressosR$ 1,3 milhão17,3%
Transporte ou deslocamentoR$ 405 mil5,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 375 mil5,1%
Outras 19 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 134 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,2 milhão16,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.