- Materiais impressosR$ 826 mil53,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 114 mil7,4%
- Serviços advocatíciosR$ 100 mil6,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 71 mil4,6%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 340 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 425 mil27,7%
Edilazio (Edilázio Gomes da Silva Junior) disputou 4 eleições entre 2010 e 2022, para deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018; deputado estadual em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MA: 106.578 votos. Em 2026, foi candidato a deputado estadual por MA pelo REPUBLICANOS (situação do registro nos dados do TSE: renúncia). Na Câmara dos Deputados, teve R$ 82,7 milhões empenhados em 22 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 40 municípios; 98% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por MA, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 826 mil), militância e mobilização de rua (R$ 114 mil) e serviços advocatícios (R$ 100 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 790 mil em 2018 (45% com publicidade por materiais impressos) e R$ 430 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edilázio Gomes da Silva Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edilazio declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2010 e 2014, e deputado federal por Maranhão em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,7 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 130 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 826 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 114 mil). Em 2018, 45% dos R$ 790 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 41% dos R$ 430 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Edilazio teve R$ 82,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 22 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 40 municípios. Já foram pagos R$ 80,9 milhões (98%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (64%). As cidades que mais receberam foram São Bernardo, Magalhães de Almeida e Santa Quitéria do Maranhão.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 3 | 9 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 100% | 9 | 16 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 16,3 milhões | 99% | 4 | 4 |
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 14,1 milhões | 89% | 6 | 18 |
| Total | R$ 82,7 milhões | R$ 80,9 milhões | 98% | 22 | 40 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 14/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.