Dr. Padua

Foto de Antônio de Padua Ferreira Barros
Dr. Padua
Antônio de Padua Ferreira Barros (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2014 · último partido PRB
51 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Padua (Antônio de Padua Ferreira Barros) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MA: 22.013 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por MA, declarou R$ 424 mil em receitas: R$ 142 mil de doações privadas (15 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 277 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 424 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 144 mil), publicidade por carros de som (R$ 99 mil) e pessoal (R$ 53 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 710 mil, 50% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

22.013 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Antônio de Padua Ferreira Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 424 mil em receitas · R$ 424 mil em gastos contratados

Dr. Padua declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 424 mil em receitas: R$ 142 mil de doações privadas (15 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 277 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 424 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 144 mil) e publicidade por carros de som (R$ 99 mil). Em 2010, 50% dos R$ 710 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2014R$ 424 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 424 milcontratados
Gastos em 2010R$ 710 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 424 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 34% · empresas menos de 1% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 424 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 144 mil34,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 99 mil23,4%
  • PessoalR$ 53 mil12,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil9,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 88 mil20,8%
2010Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 710 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 1% · empresas 4% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 710 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 355 mil50,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 163 mil23,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 64 mil9,0%
  • Materiais impressosR$ 42 mil5,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 85 mil12,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892