Givaldo Vieira (Givaldo Vieira da Silva) disputou 8 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito, vice-governador, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2014; vice-governador em 2010; vereador de Serra em 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por ES: 50.928 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por ES, declarou R$ 1,2 mi em receitas: R$ 1 mi do partido e de outras campanhas, R$ 129 mil de doações privadas (106 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 mi, principalmente com pessoal (R$ 468 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 156 mil) e doações financeiras a outros candidatos/partidos (R$ 140 mil).
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A votação de Givaldo Vieira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.