Segundo o Radar do Voto, Valdelino Barcelos (PP) ficou como suplente de deputado distrital do Distrito Federal em 2026, com 10.781 votos, pelo resultado oficial do TSE. Valdelino Barcelos (Valdelino Rodrigues Barcelos) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para deputado distrital. Ele foi eleito 1 vez: deputado distrital em 2018. A maior votação foi em 2022, para deputado distrital por DF: 13.040 votos. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 335 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 86 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 441 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 181 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 81 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 60 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 766 mil em 2022 e R$ 217 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
10.781 votos em 2026 · 5 eleições
A votação de Valdelino Rodrigues Barcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 421 mil em receitas · R$ 441 mil em gastos contratados
Valdelino Barcelos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 335 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 86 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 441 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 181 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 81 mil); R$ 166 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 766 mil em gastos; em 2018, R$ 217 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 421 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 441 milcontratados, parcial; R$ 166 mil pagos
Gastos em 2022R$ 766 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 44% · empresas 56%
Gasto contratado
R$ 297 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 67 mil22,7%
Locação de imóveisR$ 40 mil13,5%
PessoalR$ 33 mil11,0%
Cessão ou locação de veículosR$ 28 mil9,3%
Outras 14 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 130 mil43,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.