- Serviços de terceirosR$ 9 mil40,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil30,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil23,8%
- Materiais impressosR$ 9824,3%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 210 lançados como "diversas a especificar"R$ 2591,1%
Subtenente Sergio Prado (Sergio Prado Tomaz) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado distrital por DF, com 290 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Em 2026, foi candidato a vice-governador por DF pelo AGIR (situação do registro nos dados do TSE: indeferido em prazo recursal ou com recurso). Na campanha de 2014 para deputado distrital por DF, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 11 mil de empresas e R$ 960 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sergio Prado Tomaz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Subtenente Sergio Prado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 11 mil de empresas e R$ 960 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.