Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ricardina (Maria Ricardina Sobrinho de Almeida) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada distrital por DF, com 234 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada distrital por DF, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 19 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 19 mil), serviços de terceiros (R$ 9 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 39 mil em receitas · R$ 39 mil em gastos contratados
Ricardina declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 19 mil de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 19 mil) e serviços de terceiros (R$ 9 mil).
partido e outras campanhas 49% · pessoas 41% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 19 mil49,3%
Serviços de terceirosR$ 9 mil24,4%
Materiais impressosR$ 4 mil10,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil8,0%
Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil8,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.