- Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil48,1%
- Locação de imóveisR$ 1 mil15,6%
- Materiais impressosR$ 94013,3%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 90012,7%
- Outras 1 categoriainclui R$ 724 lançados como "diversas a especificar"R$ 72410,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Phabio Ferreira (Fabio Ferreira Oliveira) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado distrital por DF, com 250 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado distrital por DF, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 300 de outros recursos do partido e R$ 7 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), locação de imóveis (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 940).
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Phabio Ferreira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 300 de outros recursos do partido e R$ 7 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e locação de imóveis (R$ 1 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.