Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Barros (Marcelo Corrêa Barros) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado distrital por DF, com 275 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado distrital por DF, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 1 mil) e preparação de campanha e instalação física de comitês de campanha (R$ 855).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2014: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados
Marcelo Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 1 mil).
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1 mil20,0%
Preparação de campanha e instalação física de comitês de campanhaR$ 85517,1%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 200,4%
Outras 1 categoriainclui R$ 126 lançados como "diversas a especificar"R$ 1262,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.