- Serviços de terceirosR$ 18 mil38,6%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil34,9%
- PessoalR$ 4 mil8,8%
- Publicidade por carros de somR$ 2 mil4,4%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil13,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Junia Bittencourt (Junia Maria Bittencourt Alves de Lima) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para deputada distrital. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada distrital por DF: 2.943 votos. Na campanha de 2014 para deputada distrital por DF, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 16 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil, 63% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Junia Maria Bittencourt Alves de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Junia Bittencourt declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada distrital por Distrito Federal em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 16 mil). Em 2010, 63% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.