- Serviços de terceirosR$ 139 mil40,3%
- Materiais impressosR$ 75 mil21,6%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 67 mil19,4%
- Locação de imóveisR$ 25 mil7,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 27 lançados como "diversas a especificar"R$ 40 mil11,5%

Geralda Godinho (Geralda Godinho de Sales) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada distrital por DF, com 7.074 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada distrital por DF, declarou R$ 354 mil em receitas: R$ 26 mil de outras campanhas, R$ 199 mil de doações privadas (62 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 124 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 346 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 139 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 75 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 67 mil).
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Geralda Godinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 354 mil em receitas: R$ 26 mil de outras campanhas, R$ 199 mil de doações privadas (62 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 124 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 346 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 139 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 75 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.