- Combustíveis e lubrificantesR$ 40 mil30,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 28 mil21,7%
- PessoalR$ 21 mil15,8%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil11,6%
- Outras 9 categoriasR$ 27 mil20,5%

Professora Eunice Santos (Eunice de Oliveira Ferreira Santos) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada distrital por DF, com 2.832 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Em 2026, foi candidata a 1º suplente por DF pelo PSD. Na campanha de 2014 para deputada distrital por DF, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 60 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 51 mil de doações privadas (46 doadores), R$ 720 de empresas e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 40 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 28 mil) e pessoal (R$ 21 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eunice de Oliveira Ferreira Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professora Eunice Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 60 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 51 mil de doações privadas (46 doadores), R$ 720 de empresas e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 40 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 28 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.