Segundo o Radar do Voto, Eliana Emerick (PODE) ficou como suplente de deputada distrital do Distrito Federal em 2026, com 47 votos, pelo resultado oficial do TSE. Eliana Emerick (Eliana Ferreira Emerick) disputou 5 eleições entre 1998 e 2026, para deputada distrital e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputada federal por DF: 238 votos. Na campanha de 2026 para deputada distrital por DF, declarou R$ 9 mil em receitas, do Fundo Partidário. Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2018 (79% com militância e mobilização de rua) e R$ 4 mil em 2014.
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A votação de Eliana Ferreira Emerick em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eliana Emerick declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada distrital por Distrito Federal em 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 9 mil em receitas, do Fundo Partidário. Em 2018, 79% dos R$ 22 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 73% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.