Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Rodovalho (Leonardo Rodovalho) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado distrital por DF, com 2.140 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado distrital por DF, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 220 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 244 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 115 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 22 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 244 mil em receitas · R$ 244 mil em gastos contratados
Dr. Rodovalho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 244 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 220 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 244 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 115 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 244 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 115 mil47,1%
Materiais impressosR$ 46 mil18,8%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 22 mil9,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 19 mil7,6%
Outras 12 categoriasinclui R$ 462 lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil17,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.