Francisco Claudio Correa Meyer Sant Anna (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2018 · PSOL
61 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico Sant Anna (Francisco Claudio Correa Meyer Sant Anna) disputou 3 eleições entre 2010 e 2018, para senador e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por DF: 17.074 votos. Na campanha de 2018 para senador por DF, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 761) e serviços de terceiros (R$ 660). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2014 e R$ 11 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
17.074 votos em 2018 · 3 eleições
A votação de Francisco Claudio Correa Meyer Sant Anna em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 12 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos
Chico Sant Anna declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Distrito Federal em 2010 e 2018, e deputado distrital por Distrito Federal em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 761). Em 2014, R$ 12 mil em gastos contratados; em 2010, 46% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Receitas em 2018R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil46,1%
Materiais impressosR$ 2 mil21,3%
AlimentaçãoR$ 2602,3%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 760,7%
Outras 2 categoriasinclui R$ 260 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil29,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.