6 eleições entre 1998 e 2018 · último partido REDE
54 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Federal
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico Leite (Francisco Leite de Oliveira) disputou 6 eleições entre 1998 e 2018, para senador e deputado distrital. Ele foi eleito 4 vezes: deputado distrital em 2014, 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2018, para senador por DF: 195.641 votos. Na campanha de 2018 para senador por DF, declarou R$ 499 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 750 do Fundo Partidário, R$ 154 mil de outras campanhas, R$ 76 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 317 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 186 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 64 mil) e publicidade por adesivos (R$ 19 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 137 mil em 2014 (40% com serviços de terceiros) e R$ 311 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
195.641 votos em 2018 · 6 eleições
A votação de Francisco Leite de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 499 mil em receitas · R$ 317 mil em gastos
Chico Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006, 2010 e 2014, e senador por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 499 mil em receitas: R$ 260 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 750 do Fundo Partidário, R$ 154 mil de outras campanhas, R$ 76 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 317 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 186 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 64 mil). Em 2014, 40% dos R$ 137 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2010, R$ 311 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 499 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 317 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 137 milcontratados, campanha encerrada
pessoas 58% · empresas 6% · próprios 34% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 232 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 47 mil20,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 29 mil12,4%
Locação de imóveisR$ 19 mil8,3%
TelefoneR$ 15 mil6,7%
Outras 12 categoriasR$ 121 mil52,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Distrital · 2002ELEITO · MÉDIA10.558GDF · 38 anos · Superior completo · PC do B · nº 65123 · ver resultado completo
Coligação: PCB / PC do B / PMN / PT
Deputado Distrital · 1998SUPLENTE4.794GDF · 34 anos · Superior completo · Serventuário de Justiça · PSDB · nº 45111 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.