Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Charles Kireibara (Charles Maryoshi de Oliveira Tinen) disputou 1 eleição, em 2014, para deputado distrital por DF, com 2.638 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado distrital por DF, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de outros recursos do partido, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), pessoal (R$ 7 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 4 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 27 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos contratados
Charles Kireibara declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 13 mil de outros recursos do partido, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e pessoal (R$ 7 mil).
Fundo Partidário 6% · partido 46% · pessoas 16% · empresas 32%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 8 mil28,4%
PessoalR$ 7 mil25,8%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 4 mil13,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,7%
Outras 5 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil26,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.