Batista Belo

Foto de João Batista Rodrigues Martins
Batista Belo
João Batista Rodrigues Martins (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2018 · último partido PODE
57 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Batista Belo (João Batista Rodrigues Martins) disputou 3 eleições entre 2010 e 2018, para deputado estadual e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado distrital por DF: 637 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por GO, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2014 e R$ 12 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

488 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de João Batista Rodrigues Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. DistritalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 10 mil em receitas

Batista Belo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2010 e 2014, e deputado estadual por Goiás em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Em 2014, R$ 12 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 12 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
pessoas 31% · próprios 69%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 39% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil39,0%
  • PessoalR$ 3 mil23,2%
  • Materiais impressosR$ 2 mil19,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil16,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 1911,7%
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil32,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil27,8%
  • PessoalR$ 2 mil16,7%
  • Bens permanentesR$ 2 mil16,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 7796,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892