Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sandra Quezado (Sandra Sueli Quezado Soares) disputou 1 eleição, em 2014, para senadora por DF, com 40.506 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para senadora por DF, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Partidário, R$ 124 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 174 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 109 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 27 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 15 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 176 mil em receitas · R$ 174 mil em gastos contratados
Sandra Quezado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senadora por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 176 mil em receitas: R$ 36 mil do Fundo Partidário, R$ 124 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 174 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 109 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 27 mil).
Fundo Partidário 20% · partido 71% · pessoas 7% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 174 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Militância e mobilização de ruaR$ 109 mil62,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil15,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil8,8%
Materiais impressosR$ 10 mil5,5%
Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 13 mil7,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.