- Materiais impressosR$ 41 mil36,5%
- Serviços advocatíciosR$ 32 mil28,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil18,2%
- Serviços contábeisR$ 15 mil13,3%
- Outras 3 categoriasR$ 4 mil3,6%
Segundo o Radar do Voto, Felipe Mota (PSDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Ceará em 2026, com 32.767 votos, pelo resultado oficial do TSE. Felipe Mota (Felipe Aguiar Fonseca da Mota) disputou 4 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2022. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por CE: 36.949 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, indicou R$ 800 mil em 2 emendas estaduais ao orçamento de 2024, para 2 municípios; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por CE, declarou R$ 113 mil em receitas: R$ 55 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 113 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil), serviços advocatícios (R$ 32 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 206 mil em 2022 (63% com publicidade por materiais impressos) e R$ 38 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Felipe Aguiar Fonseca da Mota em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Felipe Mota declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2014, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 113 mil em receitas: R$ 55 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 113 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil) e serviços advocatícios (R$ 32 mil); R$ 113 mil já foram pagos. Em 2022, 63% dos R$ 206 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 38 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Felipe Mota indicou R$ 800 mil em 2 emendas estaduais ao orçamento de 2024 (legislatura 2023 a 2026), para 2 municípios. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fundo Estadual de Saúde (100%). As cidades que mais receberam foram Quixadá e Mombaça.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 800 mil | R$ 0 | 0% | 2 | 2 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Ceará — emendas parlamentares ao orçamento (PCF/individuais), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.