- PessoalR$ 12 mil25,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil21,5%
- Materiais impressosR$ 9 mil19,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil12,9%
- Outras 4 categoriasR$ 10 mil20,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Ruth Vieira (Ruth Vieira) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada estadual por BA, com 2.690 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada estadual por BA, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil).
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Professora Ruth Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Bahia em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 5 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.