- Serviços de terceirosR$ 149 mil35,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 90 mil21,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 60 mil14,1%
- Materiais impressosR$ 46 mil10,9%
- Outras 4 categoriasR$ 80 mil18,8%
Segundo o Radar do Voto, Heber Santana (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pela Bahia em 2026, com 13.599 votos, pelo resultado oficial do TSE. Heber Santana (Heber de Sousa Santana) disputou 7 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Salvador em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por BA: 52.583 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 499 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 77 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 426 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 149 mil), militância e mobilização de rua (R$ 90 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 60 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 811 mil em 2022 e R$ 519 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Heber de Sousa Santana em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Heber Santana declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Salvador (BA) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Bahia em 2014 e 2026, e deputado federal por Bahia em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 499 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 77 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 426 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 149 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 90 mil); R$ 307 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 811 mil em gastos contratados; em 2018, 53% dos R$ 519 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.