Coronel Santana

Foto de Gilberto Cunha Santana Filho
Coronel Santana
Gilberto Cunha Santana Filho (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2016 · PTN
63 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Militar Reformado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coronel Santana (Gilberto Cunha Santana Filho) disputou 3 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por BA: 28.732 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Itabuna/BA, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 62 mil em 2014 e R$ 107 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

708 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Gilberto Cunha Santana Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 19 mil em receitas · R$ 19 mil em gastos contratados

Coronel Santana declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2010 e 2014, e prefeito em Itabuna (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Em 2014, R$ 62 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 107 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 19 milcontratados
Gastos em 2014R$ 62 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Itabuna (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil32,2%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil18,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil16,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil16,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil17,1%
2014Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 21% · empresas 2% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 62 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 22 mil35,7%
  • Materiais impressosR$ 18 mil28,7%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil13,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil9,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 8 mil13,7%
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
31 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 37% · empresas 61%
Gasto contratado
R$ 107 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 30 mil28,0%
  • Materiais impressosR$ 18 mil17,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil16,9%
  • Serviços de terceirosR$ 6340,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 40 mil37,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892