- Serviços advocatíciosR$ 40 mil36,9%
- Serviços contábeisR$ 35 mil32,3%
- Materiais impressosR$ 33 mil30,6%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1790,2%

Na eleição de 2026 para deputado federal pelo Amapá, Augusto Aguiar (PSD) teve 279 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Augusto Aguiar (Antonio Augusto de Aguiar) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de Macapá em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AP: 5.803 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por AP, declarou R$ 200 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 40 mil), serviços contábeis (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2020 (99% com publicidade por materiais impressos) e R$ 165 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Augusto de Aguiar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Augusto Aguiar declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012 e 2020, deputado estadual por Amapá em 2014 e 2018, e deputado federal por Amapá em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 200 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 40 mil) e serviços contábeis (R$ 35 mil); R$ 108 mil já foram pagos. Em 2020, 99% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 165 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.