- PessoalR$ 223 mil39,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 125 mil21,9%
- Materiais impressosR$ 95 mil16,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 59 mil10,4%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 26 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 70 mil12,2%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vera Castelo Branco (Vera Lúcia da Silva Castelo Branco Maués) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para vice-governadora, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por AM: 24.207 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por AM, declarou R$ 552 mil em receitas: R$ 551 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 496 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 573 mil, principalmente com pessoal (R$ 223 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 125 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 442 mil em 2014 e R$ 248 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vera Lucia da Silva Castelo Branco Maues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vera Castelo Branco declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Amazonas em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 552 mil em receitas: R$ 551 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 496 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 573 mil, principalmente com pessoal (R$ 223 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 125 mil). Em 2014, R$ 442 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 248 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.