Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sirlam Cohen (Sirlam Gomes Cohen) disputou 8 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual, vereador e vice-governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AM: 2.975 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AM, declarou R$ 9 mil em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2016 (47% com militância e mobilização de rua) e R$ 88 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
2.881 votos em 2018 · 8 eleições
A votação de Sirlam Gomes Cohen em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualVereadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 9 mil em receitas
Sirlam Cohen declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Manaus (AM) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por Amazonas em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 9 mil em receitas, de outras campanhas. Em 2016, 47% dos R$ 20 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 61% dos R$ 88 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2018R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 9% · pessoas 67% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil32,4%
Transporte ou deslocamentoR$ 3004,4%
Cessão ou locação de veículosR$ 2503,7%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1792,6%
Outras 1 categoriaR$ 4 mil56,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE2.975GAM · 54 anos · Parda · Superior completo · Administrador · PC do B · nº 65065 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012SUPLENTE2.541LManaus, Amazonas · 52 anos · Superior incompleto · Administrador · PC do B · nº 65065 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE627LManaus, Amazonas · 40 anos · Superior incompleto · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PPS · nº 23110 · ver resultado completo
Coligação: PMN / PPS
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE1.243GAM · 34 anos · Ensino médio completo · PMDB · nº 15128 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.