- Publicidade por adesivosR$ 6 mil34,2%
- Serviços contábeisR$ 5 mil27,8%
- Materiais impressosR$ 4 mil21,4%
- Serviços advocatíciosR$ 3 mil16,7%
Deputado Estadual pelo Amazonas · 1º turno
100,00% das urnas do Amazonas apuradas às 05h05 (TSE)
9.374 votos (0,44% dos válidos)
63º lugar até agora, entre 278 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pai Amado (Carlos Alberto Brito D Ávila) disputou 4 eleições entre 2014 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Manaus em 2024. A maior votação foi em 2024, para vereador em Manaus/AM: 5.627 votos. Em 2026, foi candidato a deputado estadual por AM pelo AVANTE. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AM, declarou R$ 59 mil em receitas, de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 6 mil), serviços contábeis (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 26 mil em 2024 (92% com publicidade por materiais impressos) e R$ 5 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Alberto Brito D Ávila em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pai Amado declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2014 e 2026, e vereador em Manaus (AM) em 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 59 mil em receitas, de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2024, 92% dos R$ 26 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 99% dos R$ 5 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.