Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Orlando Cidade (Orlando Gualberto Cidade Filho) disputou 5 eleições entre 2006 e 2018, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por AM: 20.569 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por AM, declarou R$ 460 mil em receitas: R$ 404 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 445 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 78 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 45 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 663 mil em 2014 e R$ 217 mil em 2012.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
20.569 votos em 2018 · 5 eleições
A votação de Orlando Gualberto Cidade Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 460 mil em receitas · R$ 445 mil em gastos
Orlando Cidade declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2010 e 2014, prefeito em Manacapuru (AM) em 2012, e deputado federal por Amazonas em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 460 mil em receitas: R$ 404 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 445 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 78 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 45 mil). Em 2014, R$ 663 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 217 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 460 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 445 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 663 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 8% · pessoas 25% · empresas 57% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 289 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 50 mil17,2%
Materiais impressosR$ 44 mil15,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 37 mil12,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 31 mil10,9%
Outras 8 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 127 mil43,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.