- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil94,4%
- ÁguaR$ 5955,6%
Segundo o Radar do Voto, Gilmar Nascimento (AVANTE) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amazonas em 2026, com 10.254 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gilmar Nascimento (Gilmar de Oliveira Nascimento) disputou 13 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Manaus em 2024, 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AM: 10.709 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AM, declarou R$ 183 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 63 mil de doações privadas (53 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e água (R$ 595). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 105 mil em 2024 (41% com publicidade por materiais impressos) e R$ 550 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilmar de Oliveira Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gilmar Nascimento declarou receitas e gastos ao TSE em 11 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e vereador em Manaus (AM) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 183 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 63 mil de doações privadas (53 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e água (R$ 595); R$ 11 mil já foram pagos. Em 2024, 41% dos R$ 105 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, 79% dos R$ 550 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.