Gil Lucas

Foto de Gilvandro dos Santos Lucas
Gil Lucas
Gilvandro dos Santos Lucas (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2014 · PTN
38 anos em 2014 · Masculino · Superior incompleto
Agricultor

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gil Lucas (Gilvandro dos Santos Lucas) disputou 4 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AM: 354 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AM, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 945) e impostos, contribuições e taxas (R$ 9). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 625, 80% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

187 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Gilvandro dos Santos Lucas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Gil Lucas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Barreirinha (AM) em 2008, e deputado estadual por Amazonas em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 945). Em 2008, 80% dos R$ 625 em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2010R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 7 milcontratados
Gastos em 2008R$ 625contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 21% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil22,7%
  • Materiais impressosR$ 94513,5%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 90,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil63,6%
2008Vereador, Barreirinha (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 625
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 625
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 50080,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 12520,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892