Dr.campelo

Foto de Jose de Ribamar Campelo Anibal
Dr.campelo
Jose de Ribamar Campelo Anibal (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2014 · último partido PPL
45 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr.campelo (José de Ribamar Campelo Aníbal) disputou 2 eleições entre 2010 e 2014, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AM: 2.519 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AM, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 400 de empresas, R$ 3 mil de recursos próprios e R$ 1 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 18 mil, 65% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.914 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Jose de Ribamar Campelo Anibal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 4 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Dr.campelo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 400 de empresas, R$ 3 mil de recursos próprios e R$ 1 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Em 2010, 65% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 3 milcontratados
Gastos em 2010R$ 18 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2014Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
empresas 10% · próprios 64% · outras 26%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil86,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 40013,7%
2010Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil65,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 480,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil34,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892