Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Barbosa (Francisco Antonio Barbosa de Araujo) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AM, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados
Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amazonas em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil).
partido e outras campanhas 84% · pessoas 9% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 5 mil32,2%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil20,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil14,9%
Serviços de terceirosR$ 2 mil12,5%
Outras 4 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil19,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.