Amazonino Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: governador por Amazonas em 2006, 2018 e 2022, e prefeito em Manaus (AM) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5,1 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 1,2 milhão) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 800 mil). Em 2020, R$ 4,8 milhões em gastos; em 2018, R$ 6,2 milhões em gastos.
Receitas em 2022R$ 5,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5,1 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 4,8 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 5,1 milhões
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 5,1 milhões
tudo pago (100%)
- Publicidade por adesivosR$ 1,2 milhão24,7%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 800 mil15,8%
- Transporte ou deslocamentoR$ 600 mil11,9%
- Materiais impressosR$ 511 mil10,1%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 516 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,9 milhão37,5%
Arrecadado
R$ 4,9 milhões
113 doadores pessoas físicas
FEFC 71% · Fundo Partidário 21% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 4,8 milhões
tudo pago (100%)
- Militância e mobilização de ruaR$ 820 mil16,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 800 mil16,5%
- Publicidade por adesivosR$ 510 mil10,5%
- Serviços advocatíciosR$ 500 mil10,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 1,4 milhão lançados como "diversas a especificar"R$ 2,2 milhões45,7%
Arrecadado
R$ 7 milhões
959 doadores pessoas físicas
FEFC 49% · Fundo Partidário 7% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 37%
Gasto contratado
R$ 6,2 milhões
tudo pago (100%)
- PessoalR$ 1,6 milhão26,4%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 800 mil12,9%
- Materiais impressosR$ 536 mil8,6%
- Publicidade por adesivosR$ 515 mil8,3%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 605 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2,7 milhões43,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 3,4 milhões
138 doadores pessoas físicas
pessoas 13% · empresas 87%
Gasto contratado
R$ 3,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 810 mil24,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 700 mil20,9%
- Serviços de terceirosR$ 519 mil15,5%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 275 mil8,2%
- Outras 14 categoriasR$ 1 milhão31,2%
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
sem doações de pessoas
empresas 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 424 mil28,3%
- Transporte ou deslocamentoR$ 408 mil27,3%
- Materiais impressosR$ 348 mil23,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 280 mil18,7%
- Outras 4 categoriasR$ 36 mil2,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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