9 eleições entre 1978 e 2022 · último partido PSDB
70 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Beto Michiles (Darcy Humberto Michiles) disputou 9 eleições entre 1978 e 2022, para vice-governador, deputado federal, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2002; deputado estadual em 1994, 1990, 1982 e 1978. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AM: 71.408 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por AM, declarou R$ 390 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Partidário, R$ 124 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 102 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil), pessoal (R$ 32 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 32 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 211 mil.
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Evolução da votação nas eleições
48.211 votos em 2010 · 9 eleições
A votação de Darcy Humberto Michiles em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 390 mil em receitas · R$ 390 mil em gastos contratados
Beto Michiles declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Amazonas em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 390 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Partidário, R$ 124 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 102 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e pessoal (R$ 32 mil). Em 2006, R$ 211 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 390 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 390 milcontratados
Gastos em 2006R$ 211 milcontratados, campanha encerrada
Outras 17 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 76 mil36,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1990ELEITO5.373GAM · 38 anos · PDC · nº 17177 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1982ELEITO10.668GAM · 30 anos · PDS · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1978ELEITO5.280GAM · 26 anos · ARENA · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.