Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rebecca Garcia (Rebecca Martins Garcia) disputou 4 eleições entre 2006 e 2018, para vice-governadora, governadora e deputada federal. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2014, para governadora por AM: 268.922 votos. Na campanha de 2010 para deputada federal por AM, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de outros recursos do partido e R$ 1,2 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 465 mil), pessoal (R$ 323 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 140 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 375 mil.
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Evolução da votação nas eleições
268.922 votos em 2014 · 4 eleições
A votação de Rebecca Martins Garcia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos contratados
Rebecca Garcia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Amazonas em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de outros recursos do partido e R$ 1,2 milhão de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 465 mil) e pessoal (R$ 323 mil). Em 2006, R$ 375 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 1,3 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 1,3 milhãocontratados
Gastos em 2006R$ 375 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 5% · pessoas 3% · empresas 92% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 375 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 97 mil25,9%
PessoalR$ 91 mil24,4%
Transporte ou deslocamentoR$ 44 mil11,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 37 mil9,9%
Outras 19 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil28,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.