Ricardo Omena

Foto de Ricardo Nascimento de Omena
Ricardo Omena
Ricardo Nascimento de Omena (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2014 · PT
40 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ricardo Omena (Ricardo Nascimento de Omena) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AL: 1.386 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AL, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 9 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 71% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.386 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Ricardo Nascimento de Omena em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Ricardo Omena declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Maceió (AL) em 2012, e deputado estadual por Alagoas em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 9 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2012, 71% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 10 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2014Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 87%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil87,3%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil12,7%
2012Vereador, Maceió (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 63% · pessoas 27% · empresas 10%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil70,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 86229,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892