Sérgio Baquer

Foto de Antonio Sérgio Baquer de Barros
Sérgio Baquer
Antonio Sérgio Baquer de Barros (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2014 · último partido PSD
34 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Biólogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sérgio Baquer (Antonio Sérgio Baquer de Barros) disputou 3 eleições entre 2010 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AC: 1.532 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AC, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 33 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 1 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 59 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil, 59% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

1.093 votos em 2014 · 3 eleições

A votação de Antonio Sérgio Baquer de Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 59 mil em receitas · R$ 59 mil em gastos contratados

Sérgio Baquer declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Acre em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 33 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 1 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 59 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil). Em 2010, 59% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2014R$ 59 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 59 milcontratados
Gastos em 2010R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 45% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 59 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 34 mil58,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil34,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil4,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil3,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 41menos de 0,1%
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 91% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil58,5%
  • Materiais impressosR$ 4 mil25,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil11,1%
  • Locação de imóveisR$ 5003,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 2211,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892