53 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nelson Sales (Nelson Rodrigues Sales) disputou 2 eleições entre 2014 e 2018, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por AC: 9.165 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por AC, declarou R$ 943 mil em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 943 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 186 mil), pessoal (R$ 107 mil) e serviços de terceiros (R$ 105 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 178 mil, 44% com militância e mobilização de rua.
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Evolução da votação nas eleições
9.165 votos em 2018 · 2 eleições
A votação de Nelson Rodrigues Sales em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 943 mil em receitas · R$ 943 mil em gastos
Nelson Sales declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Acre em 2014, e deputado federal por Acre em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 943 mil em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 943 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 186 mil) e pessoal (R$ 107 mil). Em 2014, 44% dos R$ 178 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2018R$ 943 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 943 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 178 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 16% · pessoas 73% · empresas 8% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 178 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Militância e mobilização de ruaR$ 77 mil43,5%
Cessão ou locação de veículosR$ 32 mil17,8%
Materiais impressosR$ 31 mil17,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil14,2%
Outras 8 categoriasR$ 13 mil7,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.