Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Siqueira (Marcelo Siqueira de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AC, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 81 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 12 mil).
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 89 mil em receitas · R$ 89 mil em gastos contratados
Marcelo Siqueira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Acre em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 89 mil em receitas: R$ 81 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil).
partido e outras campanhas 91% · pessoas 7% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 46 mil51,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil15,0%
Locação/cessão de bens móveisR$ 12 mil13,2%
Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil9,0%
Outras 6 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil11,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2012—LCruzeiro do Sul, Acre · 31 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 43 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.