Pastor Denilson

Foto de Denilson Segovia de Araujo
Pastor Denilson
Denilson Segovia de Araujo (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2020 · último partido PP
55 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pastor Denilson (Denilson Segóvia de Araujo) disputou 3 eleições entre 2010 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por AC: 2.939 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Piratininga/SP, declarou R$ 201 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 47 mil em 2014 e R$ 139 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

66 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Denilson Segovia de Araujo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 201 em receitas

Pastor Denilson declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Acre em 2010 e 2014, e vereador em Piratininga (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 201 em receitas, de outras campanhas. Em 2014, R$ 47 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 139 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 201campanha encerrada
Gastos em 2014R$ 47 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Piratininga (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 201
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 32% · empresas 21% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 47 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil26,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil16,5%
  • Materiais impressosR$ 6 mil12,7%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil6,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil38,3%
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 139 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 2% · empresas 36%
Gasto contratado
R$ 139 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 35 mil25,5%
  • PessoalR$ 34 mil24,3%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil2,2%
  • Materiais impressosR$ 3 mil2,2%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 63 mil45,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892