João Antônio Pereira

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João Antônio Pereira
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMN
71 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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João Doido (João Antônio Pereira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Guarda-Mor em 2004 e 1996. A maior votação foi em 1996, para vereador em Guarda-Mor/MG: 188 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Guarda-Mor/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 750), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 600) e combustíveis e lubrificantes (R$ 444). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 893, 43% com baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

131 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de João Antônio Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

João Doido declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Guarda-Mor (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 750) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 600). Em 2012, 43% dos R$ 893 em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 893contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Guarda-Mor (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 35% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1005,0%
  • Serviços de terceirosR$ 1005,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil90,1%
2012Vereador, Guarda-Mor (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 893
doações de pessoas
partido e outras campanhas 94% · pessoas 6% · empresas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 893
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12814,3%
  • PessoalR$ 12013,4%
  • Serviços de terceirosR$ 9010,1%
  • Serviços de terceirosR$ 505,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 50556,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
João Antônio Pereira (João Doido): candidaturas e votos · Radar do Voto