Fuminho

Foto de Claudio Roberto Fernandes
Fuminho
Claudio Roberto Fernandes (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido DEM
39 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fuminho (Claudio Roberto Fernandes) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Tupi Paulista em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Tupi Paulista/SP: 278 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Tupi Paulista/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 480 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 500), pessoal (R$ 500) e serviços de terceiros (R$ 350). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

278 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Claudio Roberto Fernandes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Fuminho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Tupi Paulista (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 480 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 500) e pessoal (R$ 500). Em 2012, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Tupi Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 28% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50028,1%
  • PessoalR$ 50028,1%
  • Serviços de terceirosR$ 35019,7%
  • Materiais impressosR$ 1307,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 30016,9%
2012Vereador, Tupi Paulista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 23% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 72038,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50026,9%
  • Materiais impressosR$ 39021,0%
  • Serviços de terceirosR$ 25013,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892