8 eleições entre 2004 e 2022 · último partido CIDADANIA
47 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
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Pollyana Gama (Pollyana Fátima Gama Santos) disputou 8 eleições entre 2004 e 2022, para deputada federal, prefeita e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Taubaté em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Taubaté/SP: 36.006 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por SP, declarou R$ 2,7 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,3 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 672 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 247 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2018 (58% com militância e mobilização de rua) e R$ 279 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
12.998 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de Pollyana Fatima Gama Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 2,7 milhões em receitas · R$ 2,6 milhões em gastos
Pollyana Gama declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em Taubaté (SP) em 2008 e 2012, deputada federal por São Paulo em 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeita em Taubaté (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,7 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,3 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 672 mil). Em 2018, 58% dos R$ 1,2 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2016, R$ 279 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 2,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 2,6 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,2 milhãocampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 25% · pessoas 65% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Despesas postaisR$ 4 mil19,2%
Materiais impressosR$ 3 mil16,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil9,3%
Publicidade por carros de somR$ 1 mil6,4%
Outras 7 categoriasR$ 10 mil48,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2008ELEITO · MÉDIA2.358LTaubaté, São Paulo · 33 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PPS · nº 23051 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO2.050LTaubaté, São Paulo · 29 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PPS · nº 23051 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.