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Professor Dimitri

Foto de Dimitri Aurelio da Silveira
Professor Dimitri
Dimitri Aurelio da Silveira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2014 · PSOL
38 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Professor Dimitri (Dimitri Aurélio da Silveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 789 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 740 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 40). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 889, 100% com materiais de expediente.

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Evolução da votação nas eleições

789 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Dimitri Aurelio da Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Professor Dimitri declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012, e deputado federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 740 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 40). Em 2012, 100% dos R$ 889 em gastos contratados foram com materiais de expediente.

Receitas em 2014R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 889contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 5% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil97,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 402,1%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 889
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 889
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais de expedienteR$ 889100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.