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Medeiro É Trabalho

Foto de Luiz Antonio de Medeiros Neto
Medeiro É Trabalho
Luiz Antonio de Medeiros Neto (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
72 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Trabalhador Metalúrgico e Siderúrgico

Medeiro É Trabalho (Luis Antônio de Medeiros Neto) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado federal e governador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2002 e 1998. A maior votação foi em 1994, para governador por SP: 317.593 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 409 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 400 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 216 mil), serviços de terceiros (R$ 62 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 35 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 527 mil em 2012 e R$ 583 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

5.095 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Luiz Antonio de Medeiros Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 409 mil em receitas · R$ 400 mil em gastos

Medeiro É Trabalho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, e vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 409 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 400 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 216 mil) e serviços de terceiros (R$ 62 mil). Em 2012, R$ 527 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 583 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 409 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 400 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 527 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 409 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 400 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 216 mil53,9%
  • Serviços de terceirosR$ 62 mil15,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 35 mil8,8%
  • HospedagemR$ 30 mil7,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 57 mil14,4%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 860 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 79% · pessoas 4% · empresas 16% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 527 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 204 mil38,7%
  • Materiais impressosR$ 165 mil31,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 77 mil14,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 39 mil7,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 42 mil8,0%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 583 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 44% · empresas 38% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 583 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 191 mil32,8%
  • Despesas postaisR$ 56 mil9,7%
  • PessoalR$ 36 mil6,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 28 mil4,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 272 mil46,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 2% · empresas 89% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 289 mil19,4%
  • Serviços de terceirosR$ 281 mil18,8%
  • Materiais impressosR$ 262 mil17,6%
  • Despesas postaisR$ 137 mil9,2%
  • Outras 22 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 524 mil35,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.